terça-feira, 12 de julho de 2016

A brevidade da vida

O homem... Vive breve tempo, cheio de inquietação.
Nasce como a flor e murcha, foge como a sombra e não permanece.

Para a árvore a esperança, pois, mesma cortada, ainda se renovará, e não cessarão seus rebentos.
Se envelhecer na terra a sua raiz, e no chão morrer o seu tronco,
Ao cheiro das águas brotará e dará ramos como planta nova.

O homem, porém, morre e fica prostrado, expira o homem e onde está?
Como as águas do lago se evaporam, e o rio se esgota e seca, assim, o homem se deita e não se levanta...


Jó 14

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