Não escrevi mais nenhum poema.
Acho que o poema desistiu de mim.
Também, sou um buraco
sem fim...
Uma porta fechada, um rio seco,
papo furado, um chalalá, um
mimimi...
Ah! Mais se você olhar pra mim!
Serei um Arnaldo. Um
Neruda. Um Pessoa.
Um Carlos Drummond de
Andrade!
Josias Teles

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