sábado, 27 de janeiro de 2018

Drummond!









Não escrevi mais nenhum poema.
Acho que o poema desistiu de mim.
Também,  sou um buraco sem fim...
Uma porta fechada, um rio seco, 
papo furado, um chalalá, um mimimi...

Ah! Mais se você olhar pra mim!

Serei um Arnaldo.  Um Neruda. Um Pessoa.  
Um Carlos Drummond de Andrade!  



Josias Teles


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